
Exilado ao mais profundo abismo, em meio a escuridão abissal que é a nossa sombria e solitária existência, pude contemplar a magnitude da existência da luz.
Por toda minha vida já vivi e desvivi ilusões... desilusões amorosas que vêm e que vão.
A solidão leva-nos a projetar no próximo o que idealizamos ser amor.
Este é o amor que gostaríamos de amar, de amar e de ser amado.
Mas a vida segue seu curso como um rio planície abaixo... impetuoso.
Não adianta tentarmos impor quando, nem mesmo com quem.
Mas quando a tempestade parece que não vai mais cessar... ela cessa.
Em meio às nuvens abrindo posso ver apenas um rosto, sem ainda a conhecer.
Um sorriso lindo que irradia a luz.
A luz que não ilumina apenas minha vida, mas minha alma como um todo.
Uma luz que faz nascer em mim o que eu não acreditava mais existir, o amor.
Obrigado Miss Lannes por fazer eu acreditar.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Primeiro
Postado por Unknown às 10:51
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